Lembrete de recompra
O cliente que passou do ciclo entra na lista do vendedor e, quando faz sentido, recebe uma mensagem de retomada — sem depender de planilha.
Recursos do ambiente
A maior parte do que se perde no comercial não é difícil: é repetitivo. Alguém precisa lembrar de atualizar, de avisar, de mandar mensagem. O motor de automação existe para tirar essa dependência de memória.
Não é um botão de liga-desliga solto no CRM. É uma infraestrutura própria, com fila, gatilho e agendamento, que a implantação configura fluxo por fluxo.
Este é um exemplo do tipo de fluxo que o motor sustenta quando a implantação liga a sincronização com o ERP — mostrado aqui para explicar o mecanismo, não como algo já em execução em todo cliente.
O evento nasce onde ele sempre nasceu: no ERP, que continua sendo a fonte da verdade do pedido e da nota.
A ficha do cliente recebe o novo histórico de compra, sem ninguém digitar de novo o que o ERP já sabe.
Com a compra nova no histórico, a curva ABC e a situação do cliente são recalculadas — ele pode, por exemplo, deixar de aparecer como "esfriando".
Uma confirmação, por exemplo, sai para o cliente com os dados vindos direto do pedido — sem alguém parar o que está fazendo para escrever.
Se o processo pedir um contato de pós-venda ou uma confirmação de prazo, a tarefa já nasce na lista de quem cuida daquele cliente.
Em pedidos de peso — um cliente grande, um valor fora do padrão — o alerta chega para quem precisa saber, sem esperar o relatório do fim do mês.
O cliente que passou do ciclo entra na lista do vendedor e, quando faz sentido, recebe uma mensagem de retomada — sem depender de planilha.
Quando um cliente relevante sai do ritmo de compra, o responsável é avisado antes de o problema aparecer no faturamento.
O cliente recebe confirmação do que foi combinado, e o vendedor recebe o lembrete de retomar o contato no prazo certo.
Um panorama do comercial chega pronto, no ritmo definido para a operação, sem alguém precisar montar planilha para isso.
É a infraestrutura que fica entre os seus sistemas: ela escuta um evento — um pedido faturado, um cliente que esfriou — e dispara uma sequência de ações nos outros sistemas, sem alguém precisar copiar informação de um lugar para o outro.
O motor é a infraestrutura; cada rotina — cada fluxo — é desenhada com a sua equipe, para o seu processo. Não é um pacote genérico: é montado durante a implantação, validado com o seu comercial antes de entrar em produção.
Não. Ele lê o que o ERP produz e age no comercial — atualiza o CRM, dispara mensagem, cria tarefa, avisa o gestor. O ERP continua sendo a fonte da verdade dos dados de pedido e nota fiscal.
Dá. Rotina que não serve para a sua operação é ajustada ou desligada, sem projeto novo e sem burocracia — o motor foi pensado para mudar junto com o seu processo.
Não é esse o objetivo. As rotinas trabalham em fila, com limite, sobre a sua própria base de clientes — o foco é relacionamento com quem já compra de você, não alcance de gente nova.
Traga o seu processo para a conversa. A gente mostra o que dá para montar primeiro e o que é melhor deixar para uma etapa seguinte.
Sem custo e sem compromisso. A conversa termina com um diagnóstico do seu comercial — e uma proposta só se fizer sentido para você.